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Hepatectomia
É
a retirada de um pedaço do fígado que se encontra doente. Pode ser
feita nos tumores benignos ou malignos ou em outras doenças congênitas
ou adquiridas como cistos, angiomas entre outras
Transplante
hepático
É
o procedimento de trocar um fígado doente por um sadio obtido através
de de um doador. O transplante de fígado é um método eficaz
e tem as suas indicações específicas.
Colecistectomia
É
a retirada da vesícula biliar por doenças como cálculos (pedras),
inflamações (colecistites aguda ou crônica), tumores benignos ou
malignos, etc.
Colecistostomia
É
a abertura e colocação de uma sonda dentro da vesícula para drena-la
temporariamente até que tenha condições de ser retirada
Anastomose
bilio-digestiva
É
a emenda (anastomose) entre algum segmento da via biliar extra-hepática
( canais da bile fora do fígado) com um segmento do tubo digestivo.
As mais freqüentes são: a colecistojejunostomia que é a emenda entre
a vesícula e o intestino delgado, a colédocoduodenostomia que é
a anastomose entre o canal principal da bile, o colédoco, com o
duodeno, início do intestino delgado logo após o estômago. Também
pode ser a coledocojejunostomia, que é a ligação do colédoco com
o intestino delgado proximal
Biópsia
hepática
É a
retirada de uma fragmento do fígado para o exame laboratorial na
procura de doenças. Pode ser feita durante uma operação, com o abdome
aberto, ou por punção com agulhas especiais, chamadas agulhas de
biópsia
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